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Chapter One

Emma Gladstone had learned a few hard lessons by the age of two-and-twenty.

Charming princes weren’t always what they seemed. Shining armor went out of fashion with the Crusades. And if fairy godmothers existed, hers was running several years late.

Most of the time, a girl needed to rescue herself.

This afternoon was one of those times.

Ashbury House loomed before her, taking up one full side of the fashionable Mayfair square. Elegant. Enormous.

Terrifying.

She swallowed hard. She could do this. Once, she’d walked to London alone in the bitter heart of winter. She’d refused to succumb to despair or starvation. She’d found work and made a new life for herself in Town. Now, six years later, she’d swallow every needle in Madame Bissette’s dressmaking shop before she’d go crawling back to her father.

Compared to all that, what was knocking on the door of a duke?

Why, nothing. Nothing at all. All she had to do was square her shoulders, charge through the wrought-iron gates, march up those granite steps—really, there were only a hundred or so—and ring the bell on that immense, richly carved door.

Good afternoon. I’m Miss Emma Gladstone. I’m here to see the mysterious, reclusive Duke of Ashbury. No, we aren’t acquainted. No, I don’t have a calling card. I don’t have anything, really. I may not even have a home tomorrow if you don’t let me in.

Oh, good heavens. This would never work.

With a whimper, she turned away from … Read More »

A Homopaixão — uma cena bônus de “A Dama Da Meia-Noite”

Tessa Dare
Tradução: Suelen Mattos

Esta é uma cena bônus bastante boba de “A Dama da Meia-Noite” (Spindle Cove 3), que eu escrevi como recompensa depois do meu livro vencer uma rodada num concurso de leitores. Um bônus das margens de A Dama da Meia-Noite, onde Colin ensina Thorne a valsar. Eu me diverti demais escrevendo isso. Vou admitir livremente: grande parte do diálogo carece de uma certa… exatidão histórica.

Aviso ao leitor: Profanação à frente.

— Primeiro, vamos deixar uma coisa clara. — Colin Sandhurst, Lorde Payne, bateu com a mão em seu peito. — Você veio até mim, Thorne. Então reconheça as habilidades. E pare de fazer cara feia.

— Eu não estou fazendo cara feia.

— Não? — Colin inclinou a cabeça, examinando. — Acho que é só o seu rosto. Que infelicidade.

Samuel Thorne soltou a respiração num suspiro longo e sofrido.

Ele deveria saber que aquela era uma má ideia. Não era como se ele e Lorde Payne fossem amigos. Durante o ano em que ambos haviam morado em Spindle Cove não houvera nenhum amor perdido entre eles. Haviam criticado um ao outro, discordado a cada instante. Colin era um visconde, e um falador, esbanjador e devasso, isso sim. Thorne veio do nada, falava pouco e, no presente momento, desejava estar em qualquer lugar, menos ali.

Mas ele não tinha escolha. O baile aconteceria dali a poucos dias, e seria a única chance de … Read More »

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